Adeus, 2017! O ano do Roteiro Adaptado em resumo


Está na hora de fazer aquela pausa, rever nossas metas para recomeçar. Mas antes de nos despedirmos de 2017, é o momento de fazer aquele balanço de tudo que aprendemos este ano e usar os novos conhecimentos para aprimorar 2018. E, como somos três, resolvemos perguntar a cada uma o que acharam deste ano de aventuras turísticas…

… o que a Geisy achou:

Com as economias mais do que apertadas, foi difícil conseguir organizar grandes passeios e ir para lugares muito distantes (onde os planos de visitar locações já estão bem adiantados na minha cabeça, diga-se). Meu repertório internacional vai demorar a ser atualizado, infelizmente – mas felizmente temos um Brasil enorme para explorar. E se pararmos para pensar que boa parte das produções nacionais mais conhecidas foram rodadas aqui pelo Rio de Janeiro ou nos estados vizinhos, ainda tem muita coisa para explorar por aqui. Aliás, rodar e conhecer minha própria cidade, usando da criatividade para escolher e descobrir novos lugares interessantes foi um desafio à parte – e por vezes achei até que estava me tornando repetitiva.

Sair do Rio, então, acabou se tornando uma prioridade no fim do ano: eu precisava renovar as ideias e as energias. E encontrei isso em duas capitais vizinhas, Belo Horizonte e São Paulo. BH me surpreendeu por ser tão bonita, com muito verde e um Centro pulsante, e cheia de atrações culturais (que eu amo). Amei descobrir que existe uma Minas Gerais diferente das clássicas cidades históricas – e que em breve estará por aqui em alguns posts, pois foram muitas coisas legais que descobri por lá – e escolho o dia em Inhotim como o melhor dia do meu ano.

Dezembro foi o mês de voltar a São Paulo pela quarta vez, mas essa foi a primeira em que me senti realmente explorando a cidade. Nossa segunda CCXP foi um tanto mais confusa e diria até frustrante (senti que aproveitei muito mais a edição de 2015), mas os outros dias que passamos lá foram proveitosos como poucos – e olha que a gente nem conseguiu ver tudo o que queria!

No fim, 2017 foi um ano estranho. Ralamos muito, enfrentamos dificuldades, viajamos com grana curta e ainda assim, deu tudo certo. Para 2018, espero que os ajustes que estamos programando nos deem mais tempo de preparar conteúdo com ainda mais qualidade e, se possível, descobrir outros lugares para compartilhar as experiências por aqui.

… o que a Fabi achou:

Tecnicamente começamos em 2016 (3 de outubro para ser mais exata), mas o primeiro ano “de verdade” deste projeto foi 2017. E com ele veio a prova de fogo de encarar uma programação completa e intensa de turismo, perto e longe de casa. Encaramos o desafio com vontade, fizemos ajustes, discutimos, cometemos erros e acertos. Particularmente, saí muito de minha zona de conforto para encarar roubadas e momentos incríveis. Felizmente, estes últimos compensam eventuais transtornos.

Entre meus momentos favoritos está o retorno a um destino de infância, mas, como esta viagem só vai aparecer no blog em 2018, vou apontar outro queridinho: o roteiro adaptado de Os Saltimbancos Trapalhões, que me fez dar piruetas por pontos que ainda não conhecia da cidade maravilhosa e, de quebra, revisitar minha infância. É, parece que estou meio nostálgica em meus roteiros, não?

Das frias em que entramos (não foram poucas), ficou o aprendizado. Espero que tenhamos aprendido alguma coisa; se não, ao menos sobrevivemos a todas e ganhamos coragem para encarar mais um ano “turistando” por aí!

… o que a Giselle achou:

Pessoalmente, 2017 foi difícil em muitos sentidos, mas se teve uma coisa legal foi explorar novos lugares com o blog. Foi o ano de conhecer lugares da minha própria cidade que nunca tinha visitado (shame on me), como o Parque das Ruínas e a ilha de Paquetá, que viraram roteiros aqui no Roteiro Adaptado, mas também memórias de dias bem felizes. Desde o início do projeto, queria passar a turistas mais em casa, e quero manter e intensificar esse hábito em 2018.

Nos últimos doze meses, também me encantei com lugares novos por aí – uns pertinho de casa, outros nem tanto. O Santuário de Aparecida, em SP, conhecido de tantos brasileiros, só fui ver de perto no segundo semestre. E vou dizer: fiquei bastante surpresa, não só com a beleza da basílica (que, não sei por quê, imaginava bem diferente), mas com a paz daquele lugar cheio de fé. No mesmo mês, ainda fiz uma viagem a jato, a trabalho, para um país que ainda não conhecia: em pouquíssimo tempo na Cidade do México, deu para ficar impressionada com o tamanho da capital mexicana e com o quanto de história aquela terra tem para contar. Preciso voltar com urgência!

Esse ano louco ainda teve destino de férias decidido na última hora (coisa rara para alguém que adora planejar cada detalhe) e uma surpresa daquelas com o norte da Patagônia Argentina. Sabe quando você precisa apertar o botão de pausa para conseguir um pouco de sossego? Foi assim que funcionou para mim. Ano que vem conto aqui no blog sobre o que vi e amei por lá, além do meu feliz reencontro com Buenos Aires. E teve SP com as meninas! Que bom que o próximo ano já começa com novidades por aqui, mas planos não faltam para desbravar novos cantinhos desse mundão em 2018 🙂

Aos leitores do Roteiro Adaptado, nosso muito obrigada por nos acompanharem nessa jornada este ano. Sintam-se à vontade para vasculhar nosso arquivo e acompanhem nossas redes sociais para não perder nossas próximas aventuras, pois logo voltaremos com um ano cheio de coisas legais. Aguarde e confie!

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