Álbum de viagem: Beto Carrero World


Era um sósia, mas a Fabi de 1996 bem que acreditou que era o verdadeiro Beto Carrero nos salvando dos bandidos!

Se tudo está correndo bem, a internet não me boicotou e você acompanha nossas redes sociais (se não, clica ali nos ícones na lateral da página), já deve ter percebido que tem roteiro novo sendo produzido – mais especificamente do Beto Carrero World. Essa é uma viagem que fiz há muito tempo e sempre quis refazer; afinal, como já mencionei em nosso Desafio Wanderlust, o parque era novo, estava em plena expansão e sempre tive curiosidade de ver como ficou.

Logo, enquanto este roteiro não fica pronto, achei esta hora mais que oportuna para abrir o álbum e relembrar esta viagem em questão. É claro, dá para notar pela minha idade nas fotos que não vou lembrar detalhe por detalhe, mas seguem agora as impressões do parque que perduraram por mais de duas décadas.

Na terra dos cowboys brasileiros em genuínos clicks da década de 1990!

A primeira vez que fui lá foi em 1996, o parque tinha apenas uns quatro anos. O icônico multicolorido Castelo das Nações por onde os visitantes entram ainda não existia e muita coisa ainda estava em construção. Mas foi essa viagem que mostrou para a pequena Fabi que o mundo podia ser muito maior e cheio de coisas para ver – a excursão ainda incluía alguns dias em São Paulo e no balneário de Camboriú.

Gostamos tanto que repetimos o passeio nos dois anos seguintes. O tal castelo só ficou pronto em 1998, e as coisas que ficaram mais evidentes eram o crescimento acelerado do parque e o fato que um dia apenas (sim, as excursões planejavam pouco tempo no parque naquela época) já não era suficiente para curtir tudo.

Obras em 1998: aquele operário pendurado lá em cima era, na verdade, um boneco!

Das atrações, as que mais ficaram na memória foram Ilha dos Piratas e o passeio de trem na Ferrovia DinoMagic. Além de dinossauros animatrônicos, tinha outros animais gigantes e até um assalto no estilo velho-oeste onde éramos salvos pelo Beto Carrero!

E por falar em seu fundador, ele e seu cavalo branco Faísca estavam por todo o parque, em diversas atrações – e algumas vezes simultaneamente. É claro, uma dezena de sósias trabalhavam por lá, e eventualmente o verdadeiro Beto Carrero fazia aparições. Está aí uma coisa que acredito que não aconteça mais.

Havia também muitos shows temáticos, principalmente de circo (com e sem animais) e, claro, a parada que reunia artistas de praticamente todas as atrações na principal avenida do parque. Também foi por lá que descobri que meus brinquedo favoritos em parques são os simuladores, e olha que acho que naquela época nem tinha efeitos de água, fumaça etc. Sim, um brinquedo que tem cinema envolvido: eu sou uma pessoa de interesses limitados!

Mini Fabi e coleguinha na barba do pirata!

Duas décadas depois, Beto Carrero se foi (sua memória continua), o parque agregou novos personagens (de cinema para a minha felicidade!), e ficou gigantesco. Eu não tenho mais tanta energia, mas agora tenho altura para andar em todos os brinquedos (eu acho). Como será essa nova experiência? Acompanhe o blog para descobrir!

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About Fabiane Bastos

Jornalista especializada em cultura, viciada em filmes, séries e livros não necessariamente nesta ordem. Adoraria poder visitar os mundos que só conhecemos pelas páginas e telas, ou chegar o mais próximo disso possível!