Pequeno Manual do Turista: dicas de como se comportar em viagens


Quem aí já não teve uma viagem maravilhosa arruinada por conta de estresse com gente sem-noção? Pois é. Muita gente esquece que a boa convivência com os outros faz parte de uma experiência incrível de viagem. Ao visitar outro local fora da nossa rotina, devemos lembrar que não estaremos só: lá encontraremos outras pessoas que também podem estar a passeio, mas também encontraremos quem esteja a trabalho – ou apenas em mais um dia da rotina dela. Portanto, não custa nada se lembrar de ser educado e respeitoso, não é?

Eu sempre achei que as pessoas tem que ter paciência, bom humor e muito jogo de cintura para se livrar de situações embaraçosas, mas basta ter bom senso e ser educado que a maioria dos problemas pode ser evitada. Então, inspirado em algumas situações que já enfrentei, ou ouvi falar que aconteceu, listei um pequeno (e bem-humorado) Manual do Turista. Básica e simples, ela vai te ajudar a evitar gafes – e, quem sabe, até melhorar seu planejamento para uma viagem.

Natureza

Lagoa de Araruama, Rio de Janeiro/RJ

  • Cuide do seu lixo

Parece óbvio, mas tem gente que não se liga. Por acaso você gostaria de que seu vizinho emporcalhasse o seu quintal? Então, não emporcalhe o quintal alheio! Na mata vivem muitos animais e plantas, e a vida deles já é bastante complicada para ter que conviver com mais uma ameaça. Lixo humano causa doenças e desequilibra o meio ambiente, portanto não custa nada você levar uma sacolinha para recolher o lixo que você mesmo produziu. Ah, e se já estava sujo antes de você chegar, não é desculpa para sujar ainda mais – pelo contrário! Se possível, recolha o lixo alheio também. O planeta agradece.

  • Não traga suvenires pra casa

Conchas, pedras, flores, frutos, sementes – nada disso é suvenir pra você levar para casa. Animal silvestre, então… Nem pensar! A natureza já teve que se adaptar à sua presença lá, humano. Levar essas coisas para casa é depredação, e mais um agente de desequilíbrio. Achou algo maravilhoso e quer levar para casa? Fotografe! A recordação vai ser a mesma, mas a natureza vai seguir seu curso com mais tranquilidade.

  • Respeite os animais silvestres

Sabe as plaquinhas de “não alimente os animais” ou a de “não ultrapasse essa área”? Elas estão ali por alguma razão. Dar comida industrializada para os bichos só prejudica: além de aumentar o risco de doenças, a fácil obtenção de comida desestimula o comportamento natural do bicho de ir buscar o próprio alimento. Em alguns casos, até estimula brigas entre espécies – e como as mais fortes levam vantagem, algumas outras podem correr sérios riscos. Em áreas mais selvagens (como matas fechadas e savanas, que os exploradores mais radicais curtem), o perigo pode ser até para o próprio turista: animais tornam-se agressivos quando precisam defender seu território. Evite ir para esses lugares sem guias credenciados e treinados e respeite todas as instruções dadas. Assim, ninguém sai prejudicado com a experiência.

Museu

Sala da exposição do Castelo Rá-Tim-Bum (Museu da Imagem e do Som, São Paulo/SP)

  • Não toque nas obras expostas

Mais um toque óbvio, porém se até a diva Narcisa Tamborindeguy levou um clássico puxão de orelha de uma curadora, por que nós (mero mortais) não precisamos desse lembrete, não é? Além de evitar os desastres como o da turista na galeria de arte em Nova Iorque ou do brasileiro no museu de arte sacra em Portugal, a razão técnica é muito simples: preservação da obra. Mesmo as mãos mais limpinhas tem impurezas, e se todo mundo chegar tocando nas pinturas/esculturas, imagina como elas vão ficar ao longo de anos de exposição? Isso, claro, se considerarmos que todo mundo vai ser gentil ao tocá-las…

Em tempo: algumas obras são feitas para interagir, ou seja, o visitante pode e deve tocar, manipular. Se for assim, vai estar escrito em algum lugar: perto da obra ou na própria proposta da exposição. Na dúvida, pergunte aos monitores ou seguranças.

  • Evite monopolizar a obra

Vamos combinar, não tem nada pior do que chegar até aquela tela ou escultura linda e simplesmente não conseguir ver porque tem uma pessoa que não sai da frente dela. Se for um grupo querendo fazer fotos, então… O bom senso deve prevalecer: a não ser que você esteja sozinho na sala, lembre-se de que outras pessoas também tem o direito de apreciar aquela maravilha. Já percebeu que às vezes posicionam um banco em frente a algumas obras? Eles estão ali para que as pessoas possam admirá-la por mais tempo (embora muitos usem para descanso). Ou seja,  Se for levar mais tempo para observar, afaste-se e deixe o caminho mais livre. Muitas pessoas apenas passam e olham para elas, e assim todo mundo tem seu jeito e tempo para ver a peça.

Galeria Renascentista, Museu do Louvre – Paris/França

  • Não fure fila

De novo, parece óbvio – e é mesmo. Todo mundo que está em uma fila está disposto a perder um tempo precioso de sua viagem para ver a mesma atração que você. Por que, então, você teria mais direito do que ele de ver antes? Ou de aproveitar mais o tempo do que qualquer outra pessoa? Se em determinadas atrações existe fila até pra quem é V.I.P. (e pessoas pagaram caro pra isso), tenha sempre em mente: basta ter paciência, Jovem Gafanhoto.

  • Se for permitido fotografar, não use flash

É o mesmo motivo de não se poder tocar nas obras. Não parece, mas a luz do flash acaba afetando a tinta usada em pinturas. Sabe aquele livro que você deixou na estante, pegando sol por meses, e desbotou a capa? O princípio é o mesmo. Basta um pequeno ajuste na câmera (modo foto interior, modo sem flash) e todo mundo ganha: a obra permanece linda e você leva para casa uma recordação daquele momento único.

  • Fale baixo

Museus também são locais de estudo. Estudantes de artes geralmente vão às galerias para aprender com os mestres, o que exige concentração. Outra coisa que o barulho em excesso atrapalha são as explicações dos guias. Por mais que você tenha optado por não seguir o grupo, não é justo que os outros sejam prejudicados porque alguém não consegue chegar perto do amigo para falar qualquer coisa.

Tour guiado

Morro da Conceição, Rio de Janeiro/RJ

  • Chegue antes do horário marcado

A gente está muito acostumado com a “tolerância de 15 minutos”, mas não é em todo lugar que essa tolerância existe. Melhor, então, se acostumar a chegar com 15 minutos de antecedência ao invés de ficar bravo de chegar atrasado e ver que todo mundo já partiu para o tour. Até porque é super desagradável chegar pontualmente e ter que esperar bem mais que os 15 minutos até todo mundo estar junto e o tour começar.

P.S.: Se você chegou atrasado e ainda conseguiu acompanhar o grupo, não seja desagradável. Deixe para fazer perguntas depois, quando houver uma oportunidade. Independente dos motivos que te fizeram atrasar (podem ser voluntários ou não), e por mais que você não queira aceitar, você está errado. Nada de chegar e pedir pro guia repetir tudo e te dar atenção especial! Não seja essa pessoa. Grata.
  • Respeite o trabalho do guia

Geralmente os guias são pessoas que estudaram para explicar curiosidades sobre monumentos e costumes locais. Digo “geralmente” porque nem sempre são guias bem preparados ou com formação específica – muitos locais acabam servindo como guias por conta de sua experiência e vivência do local, especialmente em cidades pequenas. Nem por isso você deve desrespeitar o trabalho da pessoa. Evite conversas paralelas enquanto a explicação está acontecendo – e se souber de mais alguma informação que o guia não tem, aproxime-se e converse com ele em particular. Pode ser que ele apenas tenha se esquecido de passar a informação, então um lembrete não fará mal – ou, se não souber, é mais uma curiosidade para o repertório dele.

Um guia também serve como um “líder do bando”, preocupado com a segurança e orientação correta do grupo (que, teoricamente, não conhece o lugar como ele); desmoralizá-lo pode ser desastroso. Se não gostar do serviço do guia e ele for de uma agência, procure um jeito formal de fazer suas reclamações. Se não houver como, sendo um guia independente ou qualquer outro motivo, apenas aproveite o trajeto até o fim sem constranger ninguém. Obviamente, o oposto também vale: se você adorou o passeio com seu guia, faça questão de o avaliar bem em seu serviço – e, sempre que possível, o recomende para outros trabalhos.

Chafariz de Mestre Valentim, Praça XV – Rio de Janeiro/RJ

  • Zele pelo patrimônio visitado

Seja um museu, seja um passeio de barco ou tour urbano, pense no ambiente. O guia geralmente vai instruí-os como se comportar e manter o patrimônio preservado – mas, de novo, nem todos sabem. Então, os lembretes ali de “não tocar nas obras” e “cuide do seu lixo” valem a pena de ser considerados. Há alguns patrimônios que são estruturas naturais, como rochas ou florestas, e outros são monumentos em locais públicos. Todos devem ser respeitados – o que indica que você pode (e deve) zelar por eles. Se vir alguém fazendo algo errado, pode chamar a atenção do indivíduo ou avise ao guia, para que ele reforce as regrinhas de boa convivência para o grupo todo.

  • Evite dispersar do grupo

Essa vale especialmente para os tours a pé e visitações guiadas: você está acompanhando o guia e prestando atenção a tudo o que ele fala, mas de uma atração para a outra tem que perder um tempão esperando a turma da retaguarda chegar. Isso quando o guia não tem que ir atrás dos retardatários pessoalmente, porque ficaram para trás para fotografar qualquer coisa. Isso é chato, cansativo e desnecessário. O grupo deve acompanhar o passo acelerado do guia o máximo que puder. Para otimizar o tempo, tenha a câmera sempre à mão: enquanto o guia exemplifica o monumento, fotografe. Se quiser uma foto sem mais ninguém, espere o grupo partir e faça sua foto – mas se apresse a voltar o quanto antes!

Cidade grande e/ou em outro país

  • Estude o mapa antes de andar pelas ruas

Quem anda atento pelas cidades grandes sabe diferenciar um local de um turista: o mapa nas mãos. Acontece que nem todas as cidades são seguras para turistas, e andar com um mapa na mão (especialmente se não souber o idioma local) pode ser um ímã para problemas. Outro problema é que um turista perdido atrapalha a circulação. Se for uma rua estreita ou extremamente movimentada, com certeza a indecisão em achar uma rota vai causar problemas – se o turista perdido estiver dirigindo, pode até por em perigo algumas vidas.

Saber mais de uma forma para chegar em determinados locais também é uma boa: vai que acontece algum problema e você não consegue voltar para o hotel da mesma forma que chegou? Ou – ninguém quer pensar nesse cenário, mas é a nossa realidade – e se acontecer um atentado terrorista nas proximidades? Pensar numa rota de fuga nunca fez mal a ninguém.

Placas de direção, Paris/França

  • Aprenda ao menos como pegar informações

Essa devia ser a dica numero 1 da lista, na verdade. Primeiramente, saber se comunicar não significa necessariamente dominar um idioma. Pequenas perguntas-chave como “onde fica o banheiro?” ou “para onde fica a praça principal?” tem em qualquer livrinho de conversação em vários idiomas – tem até aplicativos que auxiliam nessa empreitada. Porém, mais do que só falar o que se quer no idioma certo, às vezes é bom saber um pouco sobre a cultura. Em alguns casos, é complicado pedir informações a transeuntes – pode ser que eles se ofendam com a sua abordagem de alguma forma, ou que possam até usar de má fé com você.

Portanto, os lugares mais seguros de se obter informação de qualidade são os postos de informação ao turista, os hotéis onde se fica hospedado e, se a pesquisa for feita antes de viajar, em sites oficiais de atrações ou canais de turismo da cidade. Recomendamos, aliás, uma boa pesquisa prévia sobre serviços e atrações, costumes e tudo o mais. Planejar nunca é demais – mesmo que nem tudo vá sair como o esperado.

  • Fique atento ao trânsito e segurança pessoal

Seja pedestre ou motorista, não é porque você está de férias que pode relaxar quanto às regras de trânsito. Evite acidentes andando sempre em locais próprios – calçadas para pedestres, ciclovias para ciclistas, ruas e estradas para motoristas – e tenha certeza de não infringir nenhuma lei local. Se existe uma placa de “não ultrapasse” ou sinalização de que “não é permitido bicicleta”, não faça isso – mesmo que todo mundo esteja fazendo. Não deve ser uma boa experiência de viagem ter que passar uma tarde na delegacia ou um pernoite na prisão.

Religião

  • Respeite as tradições

Não importa onde você esteja, respeite o lugar. Algumas religiões não permitem entrada de mulheres no recinto, outras podem exigir trajes especiais ou que se tirem os sapatos antes de entrar. Ninguém é obrigado a fazer nada que não queira; se não quiser seguir as regras, evite a fadiga: repense seu plano de visitar o tal lugar e otimize sua viagem visitando outro local. Se estiver disposto a visitar o lugar, então se adeque aos costumes. Alguns rituais também podem ser estranhos para os que não professam aquela fé, porém evite constrangimentos e respeite a fé alheia.

Igreja de Bom Jesus do Matosinhos, Congonhas/Minas Gerais

  • Templos são lugar para oração e fé

Se estiver visitando um templo no momento em que está acontecendo o rito religioso, aproveite para observar ou volte mais tarde, se não tiver vontade de acompanhar. Nada de ir fotografar o prédio e atrapalhar a cerimônia! Cerimônias de fé geralmente rendem fotos muito bonitas, mas cuidado para não invadir a privacidade daqueles que estão ali para rezar. Se sua intenção é conhecer os templos como se fossem museus, verifique se há horários específicos para isso.

  • Preserve o patrimônio

Em alguns lugares não se pode fotografar dentro dos templos por muitos motivos – especialmente se eles estão cobertos de obras de arte. Além dos motivos normais de se preservar a integridade delas, para quem não sabe, há um mercado ilegal de arte sacra que está crescendo (e o Brasil é um dos principais responsáveis, principalmente por conta da impunidade e da falta de vigilância) e muitas obras centenárias estão sendo furtadas – e não são apenas templos cristãos/católicos que estão sendo alvo desses mercenários.

Compras

  • Cuidado com o volume

Quem gosta de viajar para fazer compras tem que se acostumar a carregar peso. E esse público já tem altas técnicas de como arrumar malas para otimizar espaço – além de já ir sempre prevenido para o temido “excesso de bagagem”. Acontece que o pessoal às vezes esquece de que nem todo mundo viaja pensando nisso – e quem sofre com o excesso de bagagem dos outros é quem não tem nada a ver com isso. Malas e sacolas volumosas e pesadas costumam atrapalhar a movimentação alheia. Ninguém aqui quer que você se prive de comprar o que quiser, mas ter consciência espacial pode evitar muitos transtornos.

Oxford Circus, Londres/Inglaterra

  • Pechinchar é válido, mas evite atrasar os outros

Grupos de compras conseguem até descontos, em determinadas situações. Mas tome cuidado para não sair prejudicando os outros: vai que no seu grupo um casal queira curtir um momento a sós e você fica lá, insistindo para eles continuarem com a galera só para não perder o desconto? Ou pior, fica lá chorando um desconto nas lembrancinhas por tanto tempo que o guia tem que voltar todo o caminho para poder buscar você? Ou fica atrasando a fila do lanche/almoço por conta de um troco muito grande.

Gastronomia

  • Informe-se sobre a culinária local

Parece bobeira, mas já cansei de ver reclamações em sites de avaliações de hotéis pessoas reclamando que “não tinha opção” para ela. Mas quem é que vai para hotel-fazenda e espera que tenha opção de fast-food para as crianças? Ou que não haja opção de culinária francesa no cardápio? Fica difícil, não é? Apesar de parecer meio impossível que algum desavisado que não bebe cerveja vá parar numa cidade que celebra a oktoberfest, por exemplo, não é nada impossível de acontecer.

Quem tem restrições alimentares já está mais acostumado a fazer esse tipo de pesquisa, mas para quem não tem o hábito pode ter algumas surpresas. Temperos, animais, frutas sazonais, tipos de preparo e cultivo – muita coisa pode influenciar na sua experiência gastronômica. Lembre-se de que ninguém é obrigado a nada (Taís Araújo representou bonito aqui)

Outra coisa importante é saber onde e quando parar para comer. Trechos longos de percurso podem se tornar uma tortura se não houver onde arrumar um lanche, comer qualquer coisa na beira da estrada também pode não ser uma boa ideia: pode ser que no meio do caminho haja uma bomba estomacal ou uma facada gastronômica. Previna-se sempre com uma garrafinha d’água, um doce e um biscoito salgado na bagagem de mão – pode não ser a refeição mais gostosa do mundo, mas vai enganar a fome até que consiga uma refeição decente.

Drink azul servido na JediCon, Rio de Janeiro/RJ

  • Esteja aberto a experimentar

Por incrível que pareça, tem gente que viaja e não experimenta a comida local – e depois reclama que comeu mal durante a viagem. Pode acontecer de haver alguma experiência traumática envolvida (muitas pessoas já sofreram com intoxicação alimentar em viagens), mas o fato de não estar aberto a experimentar o que o lugar pode te oferecer também causa saias-justas desnecessárias. Não adianta exigir um cardápio gourmet se o lugar para onde você vai é mais rústico, assim como não dá para exigir comida caseira – ou o famoso combo brasileiro de arroz, feijão, bife e batata frita – em lugares onde se comem insetos fritos como aperitivo, por exemplo.

Claro que você pode recusar comer algo que não é um hábito seu, como não comer carne se sua dieta é vegetariana – só não faça disso um problema para os outros. Respeite-se, mas compreenda que é uma escolha sua decidir onde e como se alimentar – e, como ninguém tem nada a ver com isso, também não é problema deles se você não come/quer comer em determinado lugar. Em grupos, geralmente escolhem-se lugares onde todos os gostos encontram opções, mas fica bem mais fácil escolher quando se está sozinho. Uma rápida pesquisa na internet e até um supermercado na esquina pode salvar sua viagem.

  • Regras de etiqueta ainda valem

Aqui temos uma questão importante: ao escolher o local onde se come, escolhe-se também o tipo de etiqueta a seguir. Quem não tem o costume de frequentar lugares mais chiques pode se sentir constrangido durante um jantar em um restaurante badalado, por exemplo, ou quem curte comida mais natural pode não ter muitas opções em bares e festas onde o foco é a bebida alcoólica. E mesmo no lugar mais informal do mundo, algumas regrinhas básicas não fazem mal a ninguém: evitar “ameaçar” os outros com os talheres, mastigar de boca fechada (ninguém merece ver o processamento alimentar alheio!), não incomodar a mesa vizinha e respeitar os profissionais que trabalham no lugar são mais do que elegância – é questão de educação.

Espero que com essas dicas básicas de boa convivência sua experiência seja ainda melhor!

Leia também


About Geisy Almeida

Formada em Fotografia, fã de boas estórias que sejam bem contadas - não importa se em forma de livro, filme, novela ou bate-papo. Curiosa e interessada em muitos assuntos, às vezes viajo na maionese.